A Web (1.0) até mais ou menos no ano de 2003 era usada apenas para reprodução, navegação, consumo e baixar programas. Verifica-se que no primeiro momento só havia a preocupação com a utilização dessa nova tecnologia de informação e comunicação. Após 2003, com um seminário apresentado por Tim O'Reilly surge a Web 2.0 como uma nova proposta que tinha como característica fundamental a participação e a interação dos internautas não apenas como consumidores, mas como produtores e autores.
O que torna a Web 2.0 interessante é a sua autoria. Essa nova tecnologia tem a função de aprimorar a chance de autoria dos internautas. Ao criar um bom Blog, por exemplo, o autor é obrigado a produzir bons textos constantemente e muitas das vezes com imagens, sons, vídeos, etc.; para serem compartilhados com milhares de pessoas. Os textos são discutidos e reconstruídos apresentando novas ideias, novos conhecimentos; uma renovação. Um bom ambiente de Blog se mantém mais tempo na Web quando se privilegia autoridade do argumento.
Outro bom exemplo é a Wikipédia que não admite a imposição de uma única idéia, mas tem como base a autoridade do argumento. Nela os textos são desconstruídos e reconstruídos a cada discussão realizada por grupos de internautas.
Podemos concluir que a Web 2.0 não apresenta uma bagagem cultural fixa, algo processado e arrumado, um conhecimento “congelado”; mas um conhecimento que se apresenta como algo dinâmico, isto é, que deve, a todo instante, ser desconstruído e reconstruído. Aí está o fascínio da nova Web.
O que torna a Web 2.0 interessante é a sua autoria. Essa nova tecnologia tem a função de aprimorar a chance de autoria dos internautas. Ao criar um bom Blog, por exemplo, o autor é obrigado a produzir bons textos constantemente e muitas das vezes com imagens, sons, vídeos, etc.; para serem compartilhados com milhares de pessoas. Os textos são discutidos e reconstruídos apresentando novas ideias, novos conhecimentos; uma renovação. Um bom ambiente de Blog se mantém mais tempo na Web quando se privilegia autoridade do argumento.
Outro bom exemplo é a Wikipédia que não admite a imposição de uma única idéia, mas tem como base a autoridade do argumento. Nela os textos são desconstruídos e reconstruídos a cada discussão realizada por grupos de internautas.
Podemos concluir que a Web 2.0 não apresenta uma bagagem cultural fixa, algo processado e arrumado, um conhecimento “congelado”; mas um conhecimento que se apresenta como algo dinâmico, isto é, que deve, a todo instante, ser desconstruído e reconstruído. Aí está o fascínio da nova Web.
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